Pugnācŭlum

O Substituto de Lula

Fonte ligada ao serviço de inteligência revela que o Establishment está preparando Alexandre de Moraes para ser sucessor de Lula na presidência da República. O informante revela que há um impasse sobre se isso ocorreria em 2030 ou já em 2026. Os controladores estão medindo o impacto e a repercussão dos últimos acontecimentos para decidir. Questionado sobre o que aconteceria com Lula caso Moraes seja escolhido para 2026, a fonte preferiu não entrar em maiores detalhes e finalizou dizendo que os HOMENS estão sentados no escuro à mesa redonda.



Essas revelações ganham contornos mais concretos à luz das declarações de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor próximo de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em entrevista à Gazeta do Povo em agosto de 2025, Tagliaferro afirmou ter ouvido diretamente da chefe de gabinete do ministro que a ambição dele é clara: candidatar-se à Presidência da República, provavelmente em 2030, saindo do STF para isso. “Essa é a intenção dele. Não nessa eleição, possivelmente na outra [2030]”, relatou o ex-assessor, acrescentando que Moraes já exerce influência maior que a de Lula no país atualmente, mas busca o poder executivo formal por não se contentar com o atual. ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO.



Tagliaferro, que denunciou irregularidades no gabinete de Moraes e hoje enfrenta pedidos de extradição da Itália, reforçou que o ministro deseja “governar o país” de forma direta, descrevendo-o como alguém com traços narcisistas que almeja ser o “majoritário do Brasil”.


ARQUIVO 8/1: A Força-Tarefa Secreta de Moraes e as Prisões em Massa no Brasil


O dossiê elaborado pelos jornalistas David Agape e Eli Vieira, divulgado em plataforma internacional, expôs a força-tarefa secreta coordenada pelo gabinete de Moraes após os eventos de 8 de janeiro de 2023. Segundo o documento, a operação funcionava de forma paralela ao sistema judicial oficial, utilizando grupos de WhatsApp, acesso irregular a bancos de dados e “certidões” informais baseadas em perfis de redes sociais para justificar prisões em massa de manifestantes. Centenas de detidos foram mantidos presos com base em critérios como seguir páginas conservadoras, criticar o STF ou compartilhar conteúdos pró-Bolsonaro, sem evidências de violência individualizada.



Essas ações, que teriam servido para consolidar poder e silenciar opositores, alimentam a narrativa de que Moraes constrói bases para um projeto político maior, eliminando dissidentes e controlando narrativas enquanto o Establishment avalia o timing perfeito para lançá-lo como candidato. Os bastidores permanecem nas sombras, mas as peças parecem se encaixar para um tabuleiro que vai além do Judiciário.




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