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Kim Kataguiri quer proibir o acesso de crianças e adolescentes as redes sociais

Prepare-se! Eles não vão parar até que toda a liberdade da rede seja cerceada. Usando o escudo imbatível da “proteção infantil”, o establishment tenta empurrar o PL 3961/2025, de autoria do deputado Kim Kataguiri (UNIÃO/SP), que visa “proibir o acesso de crianças até 14 anos a redes sociais públicas”. Soa como uma causa nobre, não é? Quem ousaria se opor a salvar as criancinhas dos perigos online? Mas pare um segundo e olhe além da cortina de fumaça moralista, isso é oportunismo barato. Não é sobre PROTEGER crianças. É sobre CONTROLE!



Vamos dissecar o enredo, porque nada aqui é coincidência. O roteiro é clássico, reciclado de agendas globais que visam o controle total: comece com um consenso emocional irrefutável, amplifique até o delírio coletivo (Você caiu nessa não foi!?), e então deslize a “solução” que expande o poder do estado sobre todos nós. Esse é o modus operandi clássico e você deveria saber disso.

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Tudo explode com o vídeo “Adultização” de Felca, o youtuber de Londrina com mais de 14 milhões de seguidores, que solta uma bomba sobre a erotização precoce de crianças nas redes. Mais de 30 milhões de views em poucos dias, viralizando entre esquerda, direita, famosos e anônimos. Compartilhado até por parlamentares, o vídeo não só domina as timelines como impulsiona uma avalanche no Congresso. De repente, mais de 60 projetos de lei (SESSENTA) surgem do nada, todos martelando o tema da “proteção infantil” nas plataformas digitais. Não é orgânico; é orquestrado. Enquanto o vídeo ecoa, o presidente da Câmara, Hugo Motta anuncia um grupo de trabalho para “consolidar” propostas – leia-se: fundir tudo em uma lei monolítica que vai muito além de crianças. E o governo Lula? Envia seu próprio PL para “regulamentar” redes sociais para jovens, prometendo “medidas efetivas”. Coincidência? Por favor.



O PL 3961/2025 encaixa como uma peça perdida nesse puzzle sombrio. Ele altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) adicionando o artigo 79-C, vedando cadastro, uso ou acesso de menores de 14 anos a redes “públicas”. Plataformas como X, Instagram e TikTok seriam obrigadas a:

Na superfície, é “para as crianças”. Mas cave mais fundo: como diabos eles verificam idade sem invadir a privacidade de bilhões? Resposta: tecnologias draconianas. Reconhecimento facial, biometria, cruzamento com cadastros governamentais como CPF ou RG digital. Isso não é proteção, é o pretexto perfeito para uma identidade digital obrigatória. Todos! Adultos inclusos. Terão que provar quem são para postar um meme ou curtir uma foto. E uma vez implementado, o sistema não para. Hoje, bloqueia crianças, amanhã, caça “desinformação” ou “extremistas”. VOCÊ!



Olhe o padrão global: no Reino Unido, o Online Safety Act começou com “segurança infantil” e agora exige ID digital e scans faciais para acessar sites adultos, expandindo para redes gerais. Empresas como Meta e Google já testam isso lá e aqui, com o PL, o Brasil segue o script. Não é paranoia: senadores já falam em CPI contra “exploração infantil nas redes“, o que abre portas para vigilância em massa. E o governo federal? Reforça “ações integradas” com ministérios e sociedade civil, mas leia nas entrelinhas: mais dados coletados, mais poder centralizado.

Isso não é sobre Felca ou adultização é o próximo passo na agenda de controle digital que vimos com o PL das Fake News, o Marco Civil e agora isso. O vídeo não “caiu do céu”; foi amplificado estrategicamente para criar pânico moral, unindo espectros políticos em uma causa “inquestionável”. Resultado? Uma lei que transforma redes sociais em panópticos governamentais, onde cada like é monitorado, cada post é catalogado.



E se você duvida, pergunte: por que Kim Kataguiri, conhecido por pautas liberais, patrocina algo que expande o estado? Porque o tabuleiro é maior que partidos. É sobre criar um ecossistema onde a dissidência é rastreada, a privacidade é ilusão, e o grande irmão decide quem acessa o quê.


O PL 3961/2025 não é isolado, é o elo que conecta o viral de Felca à distopia digital iminente. Acorde antes que seja tarde: eles não protegem crianças; eles nos acorrentam a todos.


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