Pugnācŭlum

É GUERRA! Não diga NÃO às mudanças climáticas

Macron e a trupe que novamente ilude o mundo dependem de OBRIGAR o consenso fabricado às nações e angariar corações através do entupir ONGs com financiamento daqueles que conspiram contra a humanidade. Assim como a guerra contra o experimento vacinal, uma nova batalha contra a loucura climática vai começar, porque o que eles vão propor será pior que a vacina que não imuniza, não protege e não é segura.



“Ninguém pode questionar os nossos cientistas. Há um consenso climático e quem for contra esse consenso está atentando contra o bem coletivo.”
Emmanuel Macron

Assim como muitos tiraram fotos com vacinas experimentais, agora as selfies serão de pratos recheados de insetos, baratas, minhocas e vermes para demonstrarem a “preocupação” com a causa climática. Na verdade, estarão enchendo os bolsos de dinheiro e obrigando a privação do ser humano aos recursos alimentares essenciais. Tudo é claro, em nome da “CIÊNCIA.”

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E enquanto Macron posa de salvador em Belém, vomitando que a “desinformação climática é uma ameaça à democracia”, ele e sua gangue europeia já preparam as algemas para quem ousar duvidar do dogma verde. Lá na França, falam em criminalizar o “negacionismo climático” como crime contra a humanidade, equiparando céticos a terroristas, porque questionar o CO₂ como vilão supremo agora é “atentado ao bem coletivo”.



No Brasil, seguem o exemplo: debates sobre leis que punem quem espalha “dúvidas” sobre o aquecimento antropogênico, com multas, prisões e censura digital. É o fim da liberdade de pensamento, trocada por um passaporte de obediência ao clima controlado por eles.

Na COP30, essa guerra ganha tanques: propostas de “alimentos sustentáveis” que empurram insetos goela abaixo, enquanto proíbem a carne vermelha com impostos absurdos. Na Europa, já testam taxas sobre bife e leite, chamando de “pegada de carbono”, mas os jatos de Macron e Lula continuam voando livres, queimando querosene sem pudor. Aqui, o MDA fala em “transição agroecológica” que na prática quebra o produtor rural, forçando cultivo de sociobiodiversidade enquanto grandes corporações engordam com bioinsumos e proteínas de grilo financiadas por bilionários.



E as ONGs? São as tropas de choque dessa invasão. Bilhões despejados em “projetos verdes” que servem só para lavar imagem de poluidores, enquanto indígenas e ribeirinhos perdem terras para “corredores ecológicos” que beneficiam fundos internacionais. Macron chora pela Amazônia, mas aprova leis que taxam o ar que você respira via créditos de carbono, um esquema pirâmide onde elites vendem indulgências climáticas e o povão paga a conta com racionamento de energia e comida.



Pior: vem aí o crédito social verde, copiado da China e testado na UE. Perca pontos por comer hambúrguer, por aquecer a casa no inverno ou por ter mais de dois filhos, “pegada demográfica”, chamam, como se nascer fosse crime contra o planeta. Na COP30, discutem “sistemas alimentares sustentáveis” que incluem esterilização disfarçada em campanhas de “saúde reprodutiva” para reduzir emissões per capita. É eugenia moderna, embrulhada em verde, para controlar quem come, quem viaja e quem procria.

No fim, essa “ciência” obrigatória não salva nada: previsões falhas, dados manipulados, ciclos naturais ignorados, tudo para justificar tirania. Macron declara guerra aos dissidentes porque o castelo de cartas desmorona: sem medo forçado, sem consenso fabricado, o povo acorda e vê que o imperador está nu.



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