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COP30: O Ritual de Submissão ao Novo Deus Clima

Começou o show para convencer você de que é um monstro que precisa ser extirpado da Terra porque suas ações estão trazendo o APOCALIPSE climático. Assim começou a COP30, com narrativas e palavras que, quando assistidas, dão vontade de pular na primeira ponte para salvar o mundo. Um show de sem-vergonhice, de pilantragem. A COP30 é baseada em fraude: fraude do aquecimento global, fraude de preocupação com o bem-estar do planeta. O que vemos é um desfile de vigaristas enganando as pessoas, um espetáculo patrocinado para imputar a culpa de algo natural nas pessoas e, assim, impor ao mundo uma nova forma de tirania… e essa tirania não vem com tanques ou ditadores uniformizados, mas com sorrisos falsos, jatos particulares e discursos em português forçado.



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O Príncipe William, que mal consegue apagar os incêndios em seu próprio quintal, desembarca em Belém como salvador do mundo, falando de “pontos de inflexão” enquanto o Reino Unido queima em chamas recordes. Lula, o anfitrião da farsa, chora pela Amazônia com uma mão e assina licenças para explodir rios com a outra. Guterres fala em “falha moral” como se a moral dele não estivesse em vender medo por trilhões.

Eles não querem salvar o planeta. Querem impor o controle.

Cada palavra sobre “legado para as crianças” é um prego no caixão da liberdade. Cada fundo climático é um cofre para elites. Cada meta de “1,5 grau” é uma corrente disfarçada de pulseira verde. Vão te culpar pelo ar que respira, pelo bife no prato, pelo filho que ousou nascer. Vão te taxar por existir. Vão te rastrear por “sustentabilidade”. Vão te educar para odiar a si mesmo.



A COP30 não é conferência. É ritual de submissão global.

E você, cidadão comum, é o sacrifício no altar do novo deus: o clima controlado por eles. Acorde antes que a ponte que você pular seja a única saída que eles deixarem… e o véu por trás do espetáculo não é de névoa amazônica, é tecido de mentiras digitais, costurado por algoritmos que já decidem se você merece comer ou viajar. Vem por aí o passaporte de carbono obrigatório: um QR code no celular que pisca vermelho se você ousar comer bife. Sem ele, portas se fecham literalmente: aeroportos, supermercados, hospitais. “Para o planeta”, dirão, enquanto os jatos deles cruzam o céu sem registro.



Vem o imposto por filho: “taxa de pegada demográfica”, chamam com sorriso de consultor. Cada criança além da cota vira multa anual, descontada direto do salário ou do Bolsa Família. “Famílias sustentáveis”, repetirão nas escolas, onde seus filhos aprenderão que nascer foi egoísmo. Vem a cidade de 15 minutos-prisão: cercas invisíveis de geolocalização, onde sair do bairro vira infração. “Mobilidade verde”, mentem, enquanto drones multam quem pedala devagar demais.

Vem a escola da culpa inata: cartilhas ilustradas mostrando crianças chorando porque o papai comeu hambúrguer. Professores treinados para denunciar “comportamento climático irresponsável” em casa. Vem o crédito social verde: perca 50 pontos por ligar o ar-condicionado, 200 por ter um terceiro filho, 500 por questionar o CO₂. Abaixo de zero? Conta bancária congelada, internet cortada, nome na lista negra “anti-planeta”.



Vem o confisco silencioso: sua terra rural “reclassificada” como “corredor ecológico”. Indenização? Um vale-refeição e um “obrigado por salvar a Terra”. Vem a vacina contra liberdade: campanhas globais de “saúde reprodutiva” que esterilizam sorrateiramente em nome da “redução de emissões per capita”. Vem o apagão planejado: blecautes rotativos “para baixar a curva de carbono”, enquanto as mansões das elites brilham com geradores a diesel.

Vem o silêncio dos dissidentes: cientistas céticos presos por “crimes contra a verdade climática”, jornalistas banidos por “desinformação ecológica”, cidadãos comuns algemados por postar meme de churrasco. Vem o novo normal: você nu, comendo insetos, morando em curral de 20m², aplaudindo enquanto William e Lula brindam com champanhe orgânica no palco da COP31.

E quando você perceber, a ponte que sobrou não será para pular. Será para pendurar a corda que eles já amarraram.

 



 

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