Em 4 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil (BC) anunciou o fim do Drex, o projeto-piloto de moeda digital do real (CBDC) baseado em blockchain. A plataforma será desativada na próxima semana, após reunião com representantes dos consórcios envolvidos. O Drex era um ambiente blockchain interoperável para tokenização de ativos financeiros, como:
- recebíveis de cartão de crédito,
- empréstimos lastreados em títulos públicos,
- CDBs (Certificados de Depósito Bancário).
U R G E N T E‼️
Banco Central anuncia o FIM do DREX.Motivo principal: Falhas de Segurança. pic.twitter.com/iI8kaMXzdB
— Paladin 🎖 (@PaladinRood) November 4, 2025
O objetivo era liquidar transações com um CBDC por atacado, combatendo a fragmentação na tokenização. Apesar dos avanços nos testes, o projeto enfrentou dificuldades em conciliar tecnologia de ponta com exigências regulatórias, especialmente proteção de dados. O principal obstáculo foi a impossibilidade de garantir privacidade total em blockchain. O registro público da tecnologia impede o sigilo bancário exigido. Em agosto de 2025, o coordenador do Drex, Fábio Araújo, já havia sinalizado o abandono da blockchain por esse motivo.
Uma fonte anônima do BC afirmou:
“Realmente, trata-se do fim do Drex… O movimento, no entanto, não deve ser interpretado como um fracasso.”
O “FIM” do DREX está muito estranho.
Veja o que foi falado na semana passada. 🤔 pic.twitter.com/ezS57UuwyB— Paladin 🎖 (@PaladinRood) November 4, 2025
- Vantagem: modelos mais ágeis e focados no mercado.
- Risco: pode aumentar a fragmentação que o Drex queria resolver.
André Carneiro, presidente da BBChain (consórcio participante), destacou:
“Novos modelos de negócios, com escopo mais direcionado pelo mercado, podem ter requisitos atendidos sem as eventuais restrições regulatórias do piloto DREX, liberando o potencial das tecnologias DLT/Blockchain, cabendo ao mercado um maior papel nesta evolução.”
Próximos Passos do BCO BC não abandona a tokenização. Em início de 2026, iniciará a Fase 3, com:
- estudos de casos de negócios,
- tecnologia agnóstica (sem foco em blockchain),
- foco em interoperabilidade e uso de ativos tokenizados como garantia de crédito.
O regulador será mais instruído e engajado, apoiando o mercado. Uma fonte resumiu:
“A partir de agora, a inovação deve continuar, liderada pelo mercado, mas com um regulador mais letrado e engajado no tema.”
O caso reflete desafios globais em projetos de CBDCs: privacidade e escalabilidade freiam soluções puramente blockchain.
Enquanto isso Larry Fink, CEO da BlackRock, acaba de reafirmar o inevitável, a digitalização total de todas as moedas e ativos financeiros está em marcha acelerada. Ele declarou que estamos “no início da tokenização de todos os ativos”, prevendo que cada ETF, classe de ativos e até moedas fiduciárias serão convertidos em tokens digitais, transformando radicalmente a infraestrutura financeira global.
FIM DO DINHEIRO DE PAPEL⁉️
O CEO da BlackRock, Larry Fink, confirma a digitalização de todas as moedas e ativos financeiros.“Isso vai acontecer em todo o mundo muito rapidamente.”
“Isso mudará a tecnologia da INFRAESTRUTURA das finanças.” pic.twitter.com/5dfNy6bG9L
— Paladin 🎖 (@PaladinRood) November 4, 2025
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